Seu assistente inteligente no WhatsApp
Um agente de IA que roda 24/7 num servidor em Nova York, conectado ao WhatsApp. Ele não executa comandos — ele raciocina. Entende contexto, mantém memória entre mensagens, dá opiniões quando pedido, e sabe dizer "não" quando a ação é perigosa. Mande uma mensagem como mandaria para um colega.
O Mochi aceita tanto linguagem natural quanto atalhos de comando (?ch:pendentes, !issue). Ele mantém contexto entre mensagens — cada follow-up aprofunda a conversa anterior sem precisar repetir o que já disse. A inteligência está na profundidade: ele opina, sugere próximos passos, e recusa ações perigosas.
Em conversas privadas, basta mandar a mensagem — o Mochi responde a tudo. Em grupos, ele só responde quando é acionado por um trigger: uma menção pelo nome, um prefixo de comando, ou até um caractere especial. Isso evita que ele processe todas as mensagens do grupo e garante que ele só entra na conversa quando chamado. Aqui estão todas as formas de chamar.
, e ~ são pensados para ser rápidos de digitar no celular — um único caractere antes da frase. Os prefixos ? e ! distinguem consultas (sem efeito colateral) de ações (que exigem confirmação).
O Mochi não apenas verifica se seus sistemas estão online — ele entende as dependências entre eles. Se um serviço não responde, ele investiga por conta própria: a VPN caiu? O processo parou? A porta está bloqueada? Ele cruza dados de múltiplas fontes e te entrega a causa raiz, não o sintoma. Além disso, consegue inspecionar os servidores Sidlar: listar serviços, versões, containers Docker. A VPN é reconectada automaticamente em segundos.
O Mochi gerencia o ciclo de vida completo de um chamado com inteligência contextual. Ele mantém memória entre mensagens — se você pediu "avisa quando o Rodrigo responder", ele notifica com contexto ("Rodrigo comentou no 307: corrigido"), não com um dump de dados. O monitoramento push filtra suas próprias ações: você só recebe alerta quando outra pessoa age no ticket. E ele sabe quando dizer não: reabrir chamados, por exemplo, está fora dos limites.
O Mochi acompanha a carteira de vendas da Sidlar e entende o ciclo de vida de uma intenção de compra — da busca à conversão ou perda. Todo dia às 8h envia o resumo automático. Mas o diferencial real aparece na conversa: ele dá opiniões sobre performance, sugere próximos passos como se fosse o gestor, e analisa padrões. O follow-up é natural — cada mensagem aprofunda a anterior sem precisar repetir contexto.
O eSocial é um sistema governamental onde atrasos têm consequências legais — fila bloqueada pode significar folha atrasada e multa. O Mochi entende essa criticidade: diferencia erros bloqueantes de erros pontuais, cruza o estado da fila com o semáforo oficial do governo e o Downdetector para separar "problema nosso" de "problema do eSocial", e alerta sobre certificados digitais com antecedência. Quando alguém reclama de lentidão, ele já consulta as fontes externas antes de responder.
Fazer deploy pelo WhatsApp parece arriscado, mas o Mochi implementa múltiplas camadas de segurança. Ele nunca executa sem antes mostrar o dry-run (versão atual → nova) e receber um "sim" explícito. Depois de disparar o build no GitHub Actions, ele monitora em background e te avisa quando terminar — ou quando falhar, com detalhes do erro. Sugere automaticamente se o incremento deve ser PATCH ou MINOR baseado no tempo desde a última release.
O Mochi tem acesso read-only a 4 bancos da Sidlar via SSH tunnel seguro. O diferencial: antes de qualquer query, ele carrega o contexto de negócio — entende quais tabelas existem, o que cada campo significa, e traduz sua pergunta em português para SQL. Pergunte "quem tá mitando no helpdesk" e ele monta o SELECT com ranking por técnico. Ou envie SQL bruto se preferir.
SELECT TOP 20 * FROM IntencaoCompra WHERE DataCriacao >= GETDATE()-1O Mochi busca e gerencia documentação no Confluence com uma camada de segurança por audiência: em conversas privadas, mostra tudo — incluindo credenciais em blocos 🔐. Em grupos, filtra automaticamente dados sensíveis sem precisar configurar nada. Cria páginas, move entre espaços, e gerencia permissões. Ideal para documentar processos enquanto o contexto está fresco.
Todo dia às 9:30, o Mochi entrega um digest curado de notícias de IA e tecnologia no WhatsApp. Não é um agregador genérico — ele busca em fontes primárias (blogs oficiais da Anthropic, OpenAI, Google, Kotlin) antes de sites de notícias, filtra pelo perfil de interesse do usuário, e deduplica quando a mesma notícia aparece em múltiplas fontes. Inclui "wildcards" 🃏 — novidades fora do radar habitual. Se o dia foi fraco, diz honestamente.
O Mochi lê e manipula uma planilha de férias no Google Sheets — sem que a planilha tenha sido adaptada para ele. Ele entende a estrutura existente, consegue registrar dias avulsos, meio-períodos e férias completas, e pode desfazer o último registro. O mais impressionante: ele analisa os lançamentos por heurística, detectando possíveis erros como dias úteis em vésperas de feriado ou emendas que parecem inconsistentes.
O WhatsApp não transforma IPs em links clicáveis. O Mochi converte automaticamente endereços internos em URLs acessíveis via go.mochii.app — um gateway de redirect que funciona via VPN. Ele conhece todos os sistemas da Sidlar por nome, por apelido, e até por contexto ("os links relacionados a intenções"). Quando a pergunta é exploratória, sugere o portal de apps.
O Mochi verifica diariamente (às 9h) se os backups de 14 bancos SQL Server estão replicados no Dropbox, comparando datas com a tolerância esperada. Alerta se algum banco estiver desatualizado — antes que vire problema. Verificação sob demanda disponível a qualquer momento, especialmente útil antes de deploys ou migrações.
Quando o problema exige investigar código-fonte, o Mochi delega para o Codex — um agente especializado com acesso aos repositórios Sidlar (Kotlin/Spring Boot, React/TypeScript). O Mochi formula o objetivo de alto nível e dispara em background; o resultado volta formatado para WhatsApp. Além disso, ele pode criar issues no GitHub a partir de qualquer conversa — basta descrever o problema e pedir.
O Mochi sabe o que não deve fazer — e explica por quê. O acesso aos servidores Sidlar é via SSH restrito (forced command): ele só pode executar queries read-only, não tem poder destrutivo. Em grupos, apenas o dono tem acesso a ferramentas, dados pessoais e memória. Dados sensíveis são filtrados automaticamente por audiência. E quando perguntam "o que você não pode fazer?", ele responde transparentemente.